Admiravel

 
Registro: 15/02/2019
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Último jogo

Boa noite......

15/08/2019       
Quando as coisas não estão indo como você imaginou, lembre-se que a nossa vida é feita de escolhas e você pode mudar o rumo da sua história. A única pessoa que pode te curar é você mesmo. Coloque isso na sua cabeça. Passamos por dificuldades o tempo inteiro, mas você pode encontrar uma nova forma de ver a vida, as coisas e as pessoas. 

Garota da selva....

08/08/2019       
Você merece tudo que existe de deslumbrante nesta vida. Na verdade, seu coração foi capaz de inúmeras surpresas ao longo do ano que está terminando agora. Você sorriu, chorou, cresceu, viveu! Tenho muito orgulho em ter feito parte de algumas páginas do livro dos seus últimos doze meses. Continue assim, uma pessoa surtada, simpática e sempre com algo de bom para transmitir a quem passa.
Parabéns garota... da selva...

Pessoa erra 1,2,3 ... engana 1, 2,3 .... e não aprende

26/07/2019       
"As mentiras são como os muros: elas poderão de início até nos proteger, mas inevitavelmente também nos isolarão, inclusive de nós mesmos, a ponto de não mais nos reconhecermos."

Adoráveis donos da verdade.....

15/07/2019       

Passar pela vida sem nunca topar com os “adoráveis donos da verdade” é quase tão impossível quanto fazer mergulhos no Mar Morto; escalar o Himalaia de biquíni ou usar um casaco de lã no Sertão Nordestino. Gente que vomita definições e certezas é igual a erva daninha: brota em qualquer lugar! E como falam! Falam sobre suas tristezas, alegrias e demandas com tamanha propriedade que, se você não ficar esperto, vai achar que os tais sabem mais da sua vida do que você! Despejam conselhos em suas orelhas com aquele ar de pretensa bondade, como se fosse um milagre você ter sobrevivido até agora sem suas sapientíssimas orientações! Desfiam um rosário de grandes feitos, e sucessos e vitórias, como se a vida deles (para o bem ou para o mal), fosse da sua conta ou estivesse concorrendo a algum tipo de premiação de virtude e competência! Portanto, arme-se de paciência. No fundo, os donos da verdade não passam de um punhado de gente “sem noção”!A incapacidade para coordenar e compreender que a existência de diferentes pontos de vista é fundamental para a evolução e construção de relações libertas da necessidade de comando, pautam o comportamento das pessoas intolerantes, insensíveis às necessidades do outro e isoladas em sua tosca arrogância. Blindados em suas cascas de respostas prontas e imediatas, esses indivíduos se alimentam da mansidão daqueles cujos espíritos não têm sede de poder, nem se fortalecem na subjugação de quem quer que seja.As reações diante da negação de suas vontades ou da oposição às suas determinações lembram shows de pirotecnia. Os donos da verdade, sustentam sua pose às custas de temperamentos explosivos, por meio dos quais tentam amedrontar a quem ouse lhes negar audiência. O fato é que tanto estardalhaço, revela muito barulho para pouca consistência. Falta aos sabichões, segurança em si mesmos e argumentos capazes de sustentar seus arraigados discursos.Como um caminhão, desabalado e sem freios numa ladeira íngreme, essa gente que pensa que sabe tudo, não conta com a existência de alguém que os possa deter. Seguem ditando regras e ritos, como se o mundo tivesse obrigação de ouvi-los e obedecê-los. E, tanto faz se o poder que ostentam é concreto ou não passa de elucubração de seus sonhos megalomaníacos. O limite que se pode delinear, diante de tanta petulância, só pode ser constituído nas mãos de quem, com firmeza e serenidade, consegue manter-se imune às artimanhas ou deliberações autoritárias. Com argumentos sólidos e coerentes, os donos da verdade não sabem lidar; ficam mudos, irritados e ariscos. Sendo assim, respire fundo, conte até mil, olhe com compaixão para essa criatura atormentada e não ceda, de jeito nenhum a chantagens ou ameaças. Afinal, o latido, neste caso, é muito mais assustador do que o cão!

Continue .... tentando....

14/07/2019       
Tentaram uma estratégia para me denunciar..... pena quê falhou... 
Vou aguardar.... o próximo capítulo dessa novela mexicana.....
Pensei quê fossem mais  inteligentes ..... mais dessa vez não rolou .... continuei tentando... quem sabem conseguem .... ajuda superior....


Inocentes SQN

11/07/2019       

Ninguém aqui é tão inocente , cai quem quer, h à mulher fica com o cara pôr desejo próprio, tudo quê é errado é pôr quê o homem iludiu.....
Às pessoas .... vivem sempre cobiçando a grama do vizinho.... quando levam invertidas ai se ofendem.... como  se fosse vítimas .....só quê não se recorda do quê ja fez.... 
Se alguém entra ... na nossas vidas... é pôr quê permitimos .... quem manda na nossa vida somos nós .... quê acontece nela foi nós quê aceitamos...
Ser inocente é fácil , colocar culpa em carência ... no homem pôr quê ele iludiu  .... lembrando... aqui todos somos adultos cai em armadilhas quem quer.....  

Blogs x blogs

08/07/2019       


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1*G8BLsvfRt3K-E3je4Ozp4Q.gifImagine que a internet é uma aula de Educação Física dos seus tempos de colégio. Estamos naquele momento de escolher os times da queimada (no meu caso era queimada, mas substitua pelo esporte de sua preferência ou lembrança).

Todo mundo vai entrar no jogo, ninguém será excluído. Mas alguns coleguinhas serão prioridade, porque arremessam melhor a bola ou porque são artilheiros ou porque têm mais fôlego. No início, você até se anima, mas só até os líderes dos times começarem a chamar os nomes.

Você começa a ter uma sensação estranha, um desânimo, uma angústia. Os olhos de quem escolhe os jogadores deslizam sobre você, mas é como se não te vissem, ou não te achassem interessante o suficiente para te escolher agora. Vão te deixando para depois, para depois, para depois.

Até que você é a última pessoa a ser escolhida. Você, nesse exercício de imaginação que proponho aqui, é otexto.

A internet não tem sido um ambiente muito propício para o texto. O texto está lá, participa do jogo, às vezes acerta várias boladas, mas sempre fica por último na escolha do time de queimada.

Eu até gostaria de usar o famigerado discurso de “as pessoas não leem!”, mas não acredito nisso. As pessoas leem tanto, na internet ou fora dela, que leem até mesmo textos que as fazem passar raiva! Se isso não é MUITA vontade de ler, eu não sei o que é.

Atribuir a culpa da dificuldade de produzir e promover textos na internet às “pessoas que não leem” encerra o assunto fácil demais. A questão é um pouco mais complicada do que isso.

A lógica das redes sociais que habitamos hoje em dia isolaram e tiraram o poder dos links para concentrar o poder no conteúdo que circula dentro dessas mesmas redes. E as pessoas até leem (bastante), mas, na maioria das vezes, só leem o que as redes sociais mostram para elas.

Isso soa familiar? É a mesmíssima lógica da TV. Um “stream” rodando 24h por dia e tudo o que você precisa fazer é sintonizar ali e ver o que está passando, em meio a um monte de propagandas. Isso vale tanto para a Globo quanto para o Facebook; tanto para a MTV quanto para o Twitter.

Ah, a ilusão do poder que um controle remoto nos dá.

Para quem produz conteúdo visual, esse é um ótimo momento. Não por acaso, celebridades brotam do Youtube mais rápido do que você consegue clicar em “pular anúncio”. Não é como se fosse o apocalipse; muita gente está colhendo os frutos antes da próxima mudança de estação e todas estamos tentando sobreviver da melhor forma possível, nem que seja catando os restos do chão no fim da feira.

Já o texto, coitado, em um mundo parecido com a TV, parece ter pouco espaço. Ele não vai morrer. Ele não vai ser substituído. Mas vai estar láááá no final da fila, depois de camadas e camadas de entretenimento em formatos mais atraentes e mais rápidos de consumir, debaixo de quilos de propaganda e atrás de toda essa lógica autorreferente e passiva criada pelas redes sociais.

Essa dificuldade já transformou o cenário dos blogs, por exemplo. Blogsindividuais têm perdido a força e coletivos vêm surgido cada vez mais. Por que ter todo o esforço de escrever e divulgar sozinho se é possível se juntar com uma galera que também escreve e unir forças? Sobrevivência.

Alguns dos melhores sites que acompanho atualmente são fundados na ideia de várias vozes e mãos construindo o conteúdo, concentrando diversos autores escrevendo seus textos num lugar só.

Já passamos da fase do “informação é poder”; agora, informação concentrada é poder.

Talvez daqui a alguns anos a gente fale “nossa, lembra da época em que as pessoas faziam blogs sozinhas? Elas tinham que montar o próprio blog à mão, escrever todos os textos, procurar as imagens, fazer todo o layout e ainda divulgar os posts! Que doideira”.

Esse pode ser um futuro em que o texto não seja mais o que fica por último na fila da internet. Mas, até lá, o texto tem que correr bem mais do que os coleguinhas para não ser excluído do jogo.

A internet que nasceu dominada pelo hipertexto está ficando, hoje, mais hiper e menos texto. Mas talvez o texto esteja desaparecendo (ou perdendo a força) na internet para evoluir em outro lugar.

A vida, parafraseando o dr. Malcolm em Jurassic Park, ela encontra um jeito.

Porque a internet pode ter nascido precisando do texto, mas o texto vai continuar existindo independente da internet e APESAR dela. O time de queimada da internet pode ser o lugar em que ele fique por último, mas em outras quadras há espaço para o texto mostrar suas mais brilhantes jogadas. Só nos resta perguntar: onde?

Aline Valek

Olha quem voltou.....

06/07/2019       

n17.gif?v=122A internet é um veículo baratinho para se brincar de ator. Atua-se na vida que se gostaria de ter, nos relacionamentos idealizados, nas amizades eternas e plenamente sinérgicas. Atua-se no dinheiro sobrando, nas festas e viagens absurdamente divertidas, nas crises de riso intermináveis, nos corpos prontos para ser espontaneamente clicados. Assim, como quem nem viu a foto sendo feita.É estranho procurar entender o que motiva alguém a derramar essa suposta felicidade no mundo virtual. É provável que, em grande parte dos casos, a carência por curtidas e comentários espelhe aquela carência afetiva e dolorosa, uma autoestima arranhada, ou uma profunda necessidade de aceitação.