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Plantão do cotidiano

16/08/2019       

Macedinho e a segunda parte de falar bem de si mesmo

 

“Nada a perder 2” é a segunda superprodução em que o psicopata bispo Macedo, vulgo Macedinho, da Igreja Universal do Reino de Deus, usa para falar bem de si mesmo.

Ele é dono de canal de TV e um monte de empresas ligadas à sua seita igreja; Está diretamente envolvido na bancada evangélica que só serve para atuar em favor dos próprios interesses e enclausurar a população num conservadorismo que apenas serve para atrofiar a já debilitada capacidade do cidadão de discernir sobre assuntos políticos que são do próprio interesse.

É parente de Marcelo Crivela, que vem tocando o maior rebú na prefeitura do Rio de Janeiro, fazendo da saúde pública a sua principal vítima. Saúde Pública essa que era para atender principalmente o povo miserável, no qual está reunido muitos daqueles que enchem o rabo a igreja de dinheiro.

A megaprodução se concentra no Macedinho querer convencer a todos de que tudo que se viu ele e sua igreja fazer foi apenas miragem, como o fato dele ensinar seus bispos a pedir dinheiro e o chute que o outro retardado pastor deu na santa dos católicos.

Fala também sobre o banco de Salomão Templo de Salomão, pomposa construção financiada advinha por quem?

Portanto, não perca essa megaprodução!

A qualquer momento voltamos com o plantão do cotidiano.

 

FSdN



 

https://www.youtube.com/watch?v=pXg4m1mpjKk

 

Carona no blog “amizade”

15/08/2019       

Li o blog muito interessante o qual aborda do tema amizade.

A Selvagem consegue ser mais curta e objetiva ao transmitir o que pensa, qualidades essas ausentes em minhas notas de blog.

Eu não gosto muito do termo “amigo virtual”, aliás, isso se estende a quaisquer tipos de relacionamentos.

Quando se adiciona a palavra “virtual” a seguir da que discrimina o relacionamento, eu torço o nariz. É como se a palavra em si representa-se uma faixa que estabelece limites [Por favor, não ultrapasse!].

Não existe o “amigo virtual”. Existe o amigo.

Não existe o “namorado virtual”. Existe a namorado.

A palavra virtual apenas incentiva a falta de iniciativa dos protagonistas do relacionamento a qual se referem. Aliás (de novo), eu acho até que seja um cartão de visitas usado por aqueles que não querem levar o relacionamento adiante, a um ponto mais pessoal, adicionando a palavra “virtual” como um aviso.

Amigos frequentam a casa uns dos outros, tomam uma cerveja, refri, suco ou água juntos e, na pior das hipóteses, dada a distância, se comunicam de forma mais pessoal, seja por telefone, até mesmo por algum mensageiro (Whatsapp, Messenger et).

Nada contra as pessoas que apreciam os relacionamentos restritos às redes sociais. O importante é cada um ser feliz do jeito que gosta.

Mas um relacionamento de, pelo menos, mais de 3 anos sem que nenhuma das pessoas envolvidas tenham manifestado em ter contato de uma maneira, no mínimo, alternativa, é um tanto difícil de crer em sua sustentabilidade, embora não caiba a mim e a ninguém determinar a forma como cada um se relaciona.

É exatamente o “passo a frente” que determina o tipo de relação. Do contrário, é apenas um “coleguismo”. E não há nada de errado com isso, porque o coleguismo também é legal.

E que cada um seja feliz da forma que lhe cabe.

Uma boa tarde a todos e até logo.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=Vkhi_hDD6ys

Não sou pai

10/08/2019       

Eu não sou pai.

Na verdade, eu nunca tive isso como um objetivo de vida. Eu nunca adotei estereótipos estipulados pela sociedade, como esse papo de “deixar a semente” ou “você vai ser um adulto solitário”. Acredito que tudo isso seja um pretexto para perpetuar a espécie que, cá entre nós, já adentrou a explosão demográfica há muito tempo.

Mas como dizia, nunca ambicionei ser pai.

Acredito que ser pai tenha lá seus encantos. Por exemplo, se eu tivesse um filho e ele tivesse o amor que tenho pelo meu pai, não precisaria do amor de mais ninguém. Ainda assim isso não é motivo para despertar o meu desejo pela paternidade.

Mas pensando mais a fundo, eu listei aqui todos os motivos que me desmotivam (pelo menos ainda) a ser pai. E serei muito sincero com relação à minha pessoa, sem receio de julgamentos, porque na verdade eu cago e ando para isso. Vamos lá.

Por que eu não quis ser pai [ainda]?

Covardia

Os motivos que listarei aqui podem servir como desculpa para minha covardia de não encarar o desafio de ser pai, de não assumir a responsabilidade de criar outro ser. Então por isso que eu coloco a covardia como primeiro motivo, porque certamente após cada motivo e somando todos eles, pode ficar subentendido que eu sou covarde e sou eu mesmo que levanta essa hipótese.

Presente ou punição?

Dizem que colocamos um filho no mundo, estamos presenteando ele com a vida.

Mas aí eu coloco a cabeça para fora da janela e vejo a superpopulação, que a meu ver está relacionada diretamente com a violência, falta de emprego e fome, principais problemas contemporâneos. Poucos sabem, mas faz muito tempo que os meios de produção não são suficientes para atender à demanda da população mundial. Prova disso são os fertilizantes e conservantes que tornam nossos alimentos quase artificiais. A grosso modo, são muitas bocas para pouca comida. E sabemos né, tudo gira em torno de se sustentar, de comer. Quando a fome bate, aí complica e vem os principais transtornos da sociedade. Pois é. É nesse mundo que você coloca seu filho!

Presente ou punição? Sempre achei que “presentear com a vida” é um dos muitos eufemismos para “gravidez indesejada”.

Egoísta

Nunca lidei com a ideia de amar alguém mais que a mim mesmo. Deve ser por isso que fracasso em meus relacionamentos, embora eu negligencie a maioria das oportunidades de me relacionar.

E ter filho é isso, colocar no mundo alguém que você vai amar mais que a si mesmo. Não lido muito com essa ideia.

Falo mal de mim mesmo. Portanto, sou EGOÍSTA sim.

1%  x  99%

Uma escritora fez um texto muito bom, do qual discordo em parte. Mas concordo com o trecho em que ela diz “criar um filho é 1% felicidade e 99% preocupação”.

Veja bem, a partir do momento em que seu filho nasce, a preocupação com ele acaba somente diante de duas situações: quando ele morre ou quando você morre. E isso não tem nada a ver com educação ou se seu filho se tornará um bom ou mau filho. Aliás, quanto melhor for o filho, mais ele trará preocupação, porque um filho bom é de um valor inestimável, e quanto mais você o ama, mais preocupado fica com ele.

Individualidade

Como eu disse, sou egoísta.

Posso simplesmente pegar a minha mochila aqui e ir para onde eu quiser, pois não tenho mulher me esperando, tampouco filho para que eu limite a fatia de meus gastos.

E não tem esse papo de que as vezes me sinto sozinho. Amo minha individualidade, mesmo que eu reconheça que uma companhia também é muito bom. Certamente isso que consolida o meu egoísmo.

Sou muito independente psicologicamente para não adotar estereótipos impostos pela sociedade, como a de determinar que o ser humano tenha filhos e se relacione amorosamente, e defini-lo com base nisso.

Pés no chão

Esse motivo é bem simples.

Se eu mereço o de melhor que tem nesse mundo, meu filho não merece menos que isso. Eu não tenho condições de oferecer a ele a metade do que ele merece. Pelo contrário. Dadas as condições atuais, ia submetê-lo a dificuldades as quais ele seria a última pessoa que mereceria.

E último motivo: ELA

Para carregar um filho meu no ventre, tem de ser A MULHER.

Ela tem de ser digna do meu amor, porque, embora seja egoísta, quando entro numa relação, é com muita seriedade. Sempre dei muito amor, respeito e jamais traí alguém com quem eu tenha me relacionado. Logo, A MULHER tem de ser digna de tudo isso, modéstia à parte.

Aliás, A MULHER é a única coisa que pode me dissuadir da ideia de, por enquanto, não querer ser pai.

Por tudo isso, não sou [ainda] pai.

 

FSdN

 E para meu pai, deixo a arquestra

 

https://www.youtube.com/watch?v=VIYET8tzi2Y

Dinheiro é importante

09/08/2019       

Os bancos, principalmente os brasileiros, são famosos pelo seu enriquecimento, na maioria das vezes à custa de tarifas exorbitantes.

Gosto, inclusive, de afirmar que os bancos são os principais agiotas do povo brasileiro.

Agora, imagina um banco onde não se cobra tarifas para transferências, que ofereça cartões de créditos também sem tarifas e até bancos cuja conta rende mais que a caderneta de poupança, 100% do CDI, enquanto que a poupança rende 70%.

Esses bancos existem e são os chamados “bancos digitais”, uma ideia interessante para quem quer fugir daqueles pacotes que ajudam a enriquecer somente os bancos.

Os bancos digitais representam uma boa inovação e espero que isso obrigue os bancos convencionais a mudar a metodologia de trabalho pela qual explora seus clientes.

Estou experimentando a ideia e até o momento estou satisfeito.

Não vou aqui citar o serviço digital que adotei, visto que o objetivo da nota é a informação, não a propaganda.

Mas o que não falta são bancos digitais cujas opções variam de acordo com o perfil de cada cliente.

Nunca é demais recomendar que antes de aderir quaisquer serviços de bancos digitais é necessário bastante informações, porque com dinheiro a gente sabe, não se brinca.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=3PPRP9514n0

Mulheres se beijando

07/08/2019       

Eu nunca pensei que um beijo entre mulheres me desencadeasse um turbilhão de pensamentos.

A trabalho, estava de passagem por Ipanema. Resolvi dar uma paradinha na pedra do Arpoador. Amo esses meus lampejos de curtir um momento inesperado num lugar bacana. Bebo algo, respiro fundo e me entrego a um frenesi corriqueiro, porém tão eterno quanto o amor enquanto dura.

De repente, a minha “viagem” foi interrompida pelo esbarrão de duas moças, lindas por sinal, que em seguida se atracaram e entregaram-se a um beijo daqueles típicos de cinema. Ali, entre dezenas de pessoas.

Nuca tinha visto um beijo entre duas pessoas do mesmo sexo em um lugar muito movimentado.

Deveria ser normal. Nas não para mim.

Gosto de simular situações, e logo imaginei se a cena fosse diferente, e se ao invés de duas mulheres, fossem dois homens se beijando. Fiz cara de nojo.

Por que será que para mim (e tenho certeza que também para muitos ou a maioria dos homens) a imagem de duas mulheres se beijando causa menos espanto do que a do beijo entre dois homens?

Talvez seja pela delicadeza das mulheres. Elas têm a pele mais macia, lábios e gestos mais delicados, e isso sem contar o perfume quase natural resultante de maquiagem e baton. Um beijo entre mulheres é a junção de tudo isso.

Enquanto que a cena de um beijo entre homens e mais grotesca. Homem tem barba, a pele mais rígida. Homem é mais truculento, por mais delicado que tente parecer. Imaginar um beijo entre homens com toda essa mistura é, no mínimo, exótico.

Eu não tenho dúvidas que um beijo entre mulheres é mais fácil (ou menos difícil) de absorver até mesmo para as mulheres heterossexuais.

No entretenimento adulto, mulheres se beijando e se pegando é principal fetiche para muitos barbados, estes que se imaginam em um sexo a três. Ele e duas mulheres, é claro. Para a sociedade machista, ele é o garanhão.

Mas e o sexo a três que envolve uma mulher e dois homens? Também é muito comum no entretenimento adulto. Contudo, para a mesma sociedade machista ela é a “vagabunda”.

Duas mulheres se beijando é um chute no saco do machista, que no fundo se sente impotente porque elas optem em se beijar enquanto ele chupa chupeta.

E será que uma cena entre dois homens se pegando é um fetiche para mulheres tanto quanto é para os homens uma cena entre duas ou mais mulheres?

Não importa o quanto brigamos pela igualdade de gêneros e os preconceitos que esse assunto envolve. Dezenas de anos passarão, e ainda assim a humanidade estará engatinhando pela luta dessa igualdade.

Por enquanto, um véu de preconceito ainda estará presente até mesmo nos que lutam por estes direitos, pois é cedo ainda para que estejamos preparados para uma mudança nua e crua. Não é culpa nossa. É da cultura que nos formou por milhares de anos, desde que o ser humano civilizou-se.

Mas sigamos tentando.

Ahhhhh, e a despeito do beijo entre as moças bonitas, eu sustento que não importa se o beijo é entre homens, mulheres, ou casal formado por um homem e uma mulher. Um beijo na boca, daqueles demorados, não é feio, proibido, tampouco inconveniente. Porém, desnecessário. É um dos gestos que só tem glamour para quem pratica ou para aqueles que o assiste nas comédias românticas, no meu ponto de vista, é claro.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=GGIzYn5vRUE

Nicks, assinaturas e afins

26/07/2019       

A título de teste, uma vez criei outro usuário aqui no GD. Como não lembro o “nick” que criei, vou chamá-lo de “X”.

Depois de uns dias, eu postei uma nota de Blog.

Não demorou muito para uma amiga muito querida enviar uma mensagem para este nick (dulcor) e alertar: “meu querido, alguém ali no blog é você, ou está querendo se passar por você”.

Em seguida essa amiga me ligou e depois de muito conversarmos chegamos à conclusão de que as pessoas sempre deixam suas assinaturas em tudo aquilo que elas fazem, não importando o quanto são cuidadosas.

Cada um sempre deixa o próprio rastro, e este se acentua principalmente quando há a intenção de se esconder.

O jeito de andar, de se comportar, falar, gesticular etc... são características que fazem facilmente alguém ser identificado fisicamente, ainda que à distância.

O jeito de escrever e o conteúdo do que compartilha denuncia aquele que está ausente fisicamente, mas presente virtualmente.

A internet possibilita que um indivíduo adote várias identidades dentro de uma rede social e os motivos para isso são diversos, e estão entre necessidade de ficar sozinho dentro da rede e a intenção de ofender alguém sem ser identificado.

O curioso é que aquele que quer ficar sozinho não está necessariamente se escondendo e sim isolando-se, enquanto que aquele que quer agredir alguém enfrenta o paradoxo de querer se esconder diante da necessidade de aparecer.

É o ponto em que ele se entrega, porque, como disse, todos temos uma assinatura que fica evidente por meio de nossos trejeitos, sejam eles virtuais ou presenciais.

Portanto, pouco importa se a intenção é se isolar ou querer atacar por meio de se ocultar. A verdade é que assumir outra identidade não anula as características pessoais que compõem a “impressão digital” que define alguém. É o que eu chamo de personalidade, a assinatura que cada um tem.

Logo, percebi pelo meu teste que administrar dois nicknames dá muito trabalho.

Acho legal a ideia de ter uma “identidade alternativa” para quem quer se isolar sem abandonar a plataforma virtual de entretenimento, embora a atividade seja ilegal na maioria delas.

Mas reprovo quem lança mão de outra identidade a fim de atingir terceiros ou promover a ofensa e baixo nível. É uma atitude que fala mais de quem a pratica do que quem ele quer atingir, visto que usa o recurso para omitir uma identidade já oculta pelo simples fato de não passar de um usuário de internet.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=9J2KPf2cUq0

Eu nunca vi... [mulheres que amamentam]

22/07/2019       

Nesse mundão de Deus existem muitas coisas e fatos que as pessoas contam e eu nunca vi.

Mas devemos separar o joio do trigo. Existe aquilo que de fato existe, mas nunca vi; aquilo que pode ou não existir e que nunca vi; e aquilo que nunca vi porque simplesmente não existe.

Por exemplo: eu nunca vou ver um velhinho montado num trenó que voa puxado por renas. Não existe.

Do mesmo modo, nunca vi um Objeto Voador Não Identificado (OVNI), seja uma nave extraterrestre ou simplesmente um objeto indefinido. Pode existir? sim, existe essa possibilidade, mas nunca vi.

Hoje perambulando pela página do UOL esbarrei na matéria intitulada “Sabrina Sato é uma mulher que amamenta: Por que meu corpo te incomoda?”, na qual fica implícito que algumas pessoas parecem se incomodar diante da cena de amamentação em público.

Eis uma coisa que nunca vi, embora não duvide que exista.

Eu viajo diariamente por meio dos transportes públicos mais populares e movimentados, cuja cena de amamentação é regular, mas nunca vi no trem, metrô ou ônibus alguém se incomodar com uma mãe amamentando.

Muitas vezes andei pelos principais centros mais movimentados da cidade do Rio de Janeiro (Copacabana, Centro, Botafogo etc) nos quais o que não falta é cena de amamentação, mas nunca vi ninguém se manifestar contra isso.

O incômodo diante de uma mulher que amamenta parece aquelas notícias de Facebook. Noticiam o fato, mas não dizem quando, onde, os envolvidos, ou pelo menos duas pessoas que possam servir de testemunhas.

Certamente existe quem se incomode com uma cena de amamentação e se manifeste diante da cena, mas qual o propósito de tornar ou referir-se a esse fato como se ele fosse algo que acontecesse regularmente?

A cena de uma mulher amamentando é algo quase sagrado, e ainda que haja quem se incomode com isso, acho pouco provável que se manifeste diante do incômodo. A rejeição popular da atitude seria capaz de provocar um linchamento.

Definitivamente eu não entendo o porquê de promover uma atitude rara em algo que acontece regularmente.

Isso me parece um comportamento de feministas extremas.

O feminismo saudável é útil para galgar um posicionamento cada vez mais justo para a mulher em nossa sociedade. Ela quer e merece isso e nós homens precisamos disso, ainda que muitos de nós não queiramos reconhecer.

Mas o feminismo extremo prejudica a causa porque, ao promover a importância das mulheres na sociedade, faz uso do vitimismo no lugar de todos os outros predicados que elas possuem.

Manifestação negativa à amamentação pública existe, mas é raro e deve ser punido com rigor.

Existe, mas eu nunca vi.

 

FSdN

 

https://www.youtube.com/watch?v=G9qCUv1wOF4

 

Aplicativo de envelhecimento e a modinha...

17/07/2019       

O brasileiro é mesmo um barato.

É um povo que precisa ser estudado, não somente pela sua criatividade que aflora nas redes sociais, mas bem como também ao que envolve a palhaçadinha das modinhas.

E você sabe o que é moda?

Bem, no sentido da palavra, “moda” significa “comportamento de uma dada época histórica. É um sinônimo de ‘costume’” (segundo ao Wikipédia).

Na linguagem popular, "moda" ”costuma se referir especificamente aos diversos estilos de vestuário que prevalecem numa dada sociedade numa dada época histórica” (também segundo ao Wikipédia).

Agora, no sentido brasileiro (esse é o maior barato do significado da palavra), segundo o filósofo Fábio (vulgo FSdN [ou Dulcor, como queiram]), aqui de New Iguaçu City, Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, “moda” significa alguém fazer aquilo pelo simples fato de todo mundo estar fazendo, independentemente do quão ridículo isso possa torná-lo.

E a moda da vez agora é o aplicativo de envelhecimento.

Nunca vi na minha vida tantas pessoas ansiarem por se verem velhos.

Passa a porra do ano todo enchendo o focinho de maquiagem para disfarçar rugas, exagera no “make”, leva a foto ao Photoshop e enche de retoque, finge a idade, implora para não ser chamado de sr. ou srª, roga pelo “você está bem conservado(a)” como eufemismo para a velhice, sem contar que muito antes disso já baixavam aplicativo, mas para rejuvenescer, ao menos nas fotos.

E de repente, não mais que de repente, quer se ver velho em aplicativo.

E o pior são essas celebridades nacionais, que para fingir que não são velhas, aplicam o envelhecimento na fuça já envelhecida, como a Xuxa, por exemplo.

Porra, é foda.

Por hoje desisto de entender brasileiro.

 

P.S.: apenas para descontrair, mas com um fundo de verdade.

 

FSdN

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=-iYzuc_gM9U